Polícia busca suspeitas de ajudar facção criminosa em SP
Quatro mulheres e um homem foram detidos.
Quatro mulheres e um homem foram detidos.
Policiais encontraram chips em casa na Zona Sul da capital paulista.
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Quatro mulheres e um homem foram presos nesta quinta-feira (12) por suspeita de envolvimento com a facção criminosa que age nos presídios de São Paulo, segundo a Secretaria de Segurança Pública. O foco da operação da Polícia Civil é deter mulheres que ajudam criminosos de uma facção que age nos presídios paulistas.
Mandados de busca e de prisão temporária começaram a ser cumpridos por policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), como apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), no início desta manhã. Eles eram investigados por lavagem de dinheiro e por formação de quadrilha, segundo a SSP.
Mandados de busca e de prisão temporária começaram a ser cumpridos por policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), como apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), no início desta manhã. Eles eram investigados por lavagem de dinheiro e por formação de quadrilha, segundo a SSP.
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Na casa de uma das suspeitas no Grajaú, na Zona Sul, os investigadores encontraram dezenas de chips de celulares. Alguns, já embalados com fibra de carbono para passar pelos detectores de metais de presídios.
Segundo a polícia, o material seria encaminhado para o presídio de Presidente Venceslau, no interior do estado, onde o marido dela está preso junto com os chefes da facção.
“Encontramos diversos chips, que, segundo a moradora, seriam colocados para dentro do presídio através de subterfúgios como material de borracha, carbono, uma série de produtos, que são usados para tentar driblar os equipamentos de segurança”, afirmou Carlos Alberto da Cunha, delegado da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de São Bernardo do Campo
Segundo a polícia, o material seria encaminhado para o presídio de Presidente Venceslau, no interior do estado, onde o marido dela está preso junto com os chefes da facção.
“Encontramos diversos chips, que, segundo a moradora, seriam colocados para dentro do presídio através de subterfúgios como material de borracha, carbono, uma série de produtos, que são usados para tentar driblar os equipamentos de segurança”, afirmou Carlos Alberto da Cunha, delegado da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de São Bernardo do Campo
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